TOM DE DOR

Segui tortuosos passos infindos.
Você seguia reto, destino traçado. Colorido!
Poeira vermelha em meus passos.
Flores de lótus que se abrem em seu caminhar.
E eu perdido entre qualquer rastro.
Fechava os olhos. Observava:

Talvez seja a primavera.
Talvez seja sua ausência.
Talvez seja a hora errada.
Talvez seja para a vida inteira.

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3 Responses to “TOM DE DOR”


  1. 1 carla fevereiro 15, 2007 às 9:40 pm

    Talvez seja a primavera.
    Talvez seja sua ausência.
    Talvez seja a hora errada.
    Talvez seja para a vida inteira.

    -talvez seja por tudo isso que me doi tanto sentir esse poema.
    Mto bom!

  2. 2 marina março 1, 2007 às 2:55 am

    “Dentro de nós há algo que não tem nome.
    É isso o que somos”
    Porisso que você não pode ser nomeado. Qualquer adjetivo pde lhe escapar.

  3. 3 marina março 18, 2007 às 2:20 am

    Quem seou eu senão um grande sonho
    obscuro em face do sonho
    Senão uma grande angústia obscura
    em face da Angústia
    Quem sou eu senão a impondeável árvore
    dentro da noite imóvel.
    E cujas presas remontam ao mais
    triste fundo daterra?

    O que é o meu amor? senão o meu desejo iluminado
    O meu infinito desejo de ser o que sou
    acima de mim mesmo.
    O meu eterno partir na minha vontade
    enorme de ficar
    Peregrino, peregrino de um instante


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