Soneto V

Vejo a união de várias constelações em seu olhar.
Em um brilho único, todo encanto do universo
condensado em duas pupilas a refletir em sua alma.
Sorriso do céu em noite de luz e dança no ar.

Em chão de estrelas, astros perdidos vagam eternos.
Flores de lótus a perfumar toda uma jornada.
Deitados sob a manta azulada dos cosmos
o correr dos séculos divaga em seus olhos cândidos.

Mas, em um segundo, você a embalar meus sonhos.
No instante seguinte, a fragilidade bela de nossos suspiros
mostrou-nos, ingenuamente, a beleza latente em seu coração.

De tão puro e belo, ao ponto de me tornar refém confesso
das tramas do acaso que deu-nos o momento perfeito.
Fecho os olhos e vejo você sorrindo. Saudade sem fim!

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1 Response to “Soneto V”


  1. 1 Paula junho 25, 2008 às 3:59 am

    “Chega de saudade, a realidade é que sem ele não há paz, não há beleza, é só tristeza e a melancolia que não sai de mim, não sai…”


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