Fugas

Eu me escondo no escuro do mundo.
Rumo aos seus olhos castanhos.
Estranhos enganos.
Calo-me em um segundo.
Guiado pelo criado-mudo
Escuto: silêncio!
Sinto forte o cheiro do vento vir.
Volta você do alto, voando baixo.
Por perto. Peito aberto. Vento vem seguir!

Eu me escondo do medo.
Do tempo.
Guiado sem paz.
Água!
Areia!
Ar!
Céu!
Mar!
Quando meus olhos menos esperavam, anoiteceu.

Escondo-me do medo perdido,
no espaço vazio esquecido.
Nos livros, festas e fantasias,
No exato momento que perdia a alegria.

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2 Responses to “Fugas”


  1. 1 Márcio dezembro 23, 2008 às 1:37 am

    Belo poema. Sim, ela volta.

  2. 2 cecilha dezembro 27, 2008 às 11:16 pm

    oie.amei esse poema,sentimental e ao mesmo tempo profundi bjos


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