Tempestade

Não olhei com medo de uma tempestade caísse em seus pés
No escuro de suas palavras. Frio feito por pouco.
Olhares

Hoje percebi que há muito não sonhava mais.
Vi em lados. Vi aos pedaços opacos – Eu

Não olhei para trás com medo que um terremoto
formasse a meus pés
No silêncio frágil de seus passos, feito foi escuridão

Melhor seria parar ao rumo, sobre o mundo.
Voltasse, derretido do céu. Uma nova estrela.

Amanhecer

Não sorri com medo de uma tormenta arrancasse
meus pés do chão
Nos segundos sagrados que seus olhos
caminhavam ao léo. Silêncio

Sorriso partido. Antes era medo. Agora ausência
Novas voltas de uma tempestade acostumada a
não parar.

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1 Response to “Tempestade”


  1. 1 kagiulietti maio 5, 2015 às 1:08 pm

    Uau! Belo texto. Sinistro e poético.


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